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sábado, 25 de fevereiro de 2012
terça-feira, 9 de agosto de 2011
40 anos...outra vez
Filha número dois faz quarenta anos.
Hoje.
Mas foi ontem!
Foi ontem que vc chegou,num dia do pai, presente prá mãe (também)
Sem susto, sem pressa,sem mêdo.
Era a número dois.Já sabia como seria.
E seria/foi bom.Tem sido,será
Te amo, filha. O que você é, no que se desdobrou.
Seja/continue feliz!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
AFF !
As pessoas acham que são melhores,por alguma razão envolta num mistério insondável, do que outras.
Acham, também, que tem mais direito à felicidade do que aquelas.
Por que são mais ou menos alguma coisa que não consigo imaginar, ou mensurar,arrogam.
Paciência, respeito, tolerância nenhuma, com o diferente dele.Ainda mais o mais pseudo carente do que ele.Ou pseudo necessitado.
Se toca pessoal! Se enxerguem tb!
Acham, também, que tem mais direito à felicidade do que aquelas.
Por que são mais ou menos alguma coisa que não consigo imaginar, ou mensurar,arrogam.
Paciência, respeito, tolerância nenhuma, com o diferente dele.Ainda mais o mais pseudo carente do que ele.Ou pseudo necessitado.
Se toca pessoal! Se enxerguem tb!
domingo, 26 de junho de 2011
Festa
Domingo de sol, Aterro cheio de vida, da cor, de alegria e de esperança.
A propósito dos bombeiros lá estavam também os professores, e ,mais, a confiança de que vale a pena se manifestar!
E ISSO É LINDO!!
Pessoas, nós, que não tínhamos mais motivação, há quanto tempo,caramba!
Na rua de novo!
E viva o novo, de novo!!!!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Nuvem
Lá estava
Em lugar nenhum
Misturada ao todo
Sem sabor algum
Nada
Era nada
Riam-se
De que?
Por que?
Para que?
Tudo era nada
Misturada
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Treze de Maio
Olhos perplexos
Escorrem pela face molhada
Estarrecidos
De dor
Em volta
O mundo
Parido, retido
Sumido
Procura a semente
Pedaços de gente
Lugares
Solução
Remissão
Não conte!!
Não quero saber!
Escorrem pela face molhada
Estarrecidos
De dor
Em volta
O mundo
Parido, retido
Sumido
Procura a semente
Pedaços de gente
Lugares
Solução
Remissão
Não conte!!
Não quero saber!
terça-feira, 10 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Cada um conduz para onde e como quer
'Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta.
Escreveu assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a
conta do padeiro nada dou aos pobres. '
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram
quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a
conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade.. Um deles, sabido, fez esta
interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a
conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.
Somos nós quem colocamos a pontuação. E isso faz toda a diferença..."
Escreveu assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a
conta do padeiro nada dou aos pobres. '
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram
quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a
conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade.. Um deles, sabido, fez esta
interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a
conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.
Somos nós quem colocamos a pontuação. E isso faz toda a diferença..."
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