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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ignorância



Por aquele que ignora
Sinto uma ternura imensa

Feliz no seu não saber
Procurando apenas conhecer
O que não sabe
E nem sabe que não sabe

Ousado
Corajoso
Crente


Vai aonde não ousamos
Fala do que sequer pensamos
Vive

Liberto
Solene
Perene

Quebrando conceitos
Paradigmas
Desconcertando-nos

Inocentemente

Cheio de felicidade
E generosidade desinteressada
Uma vez que

Não sabe

10 comentários:

Jorge disse...

Alice, bom dia!!!

Cai a chuva,
Aqui estou te lendo,
buscando compreender,
tua reflexão.

Tão profunda,
que às vezes, me calo,
sem saber o que dizer

Mas afinal, o que é compreender,
sem te sentir?

Afinal, és amor,
assim devo te sentir,
todo o demais vem
naturalmente.

Beijo, de coração,
Jorge

Blogat disse...

Jorge,queridíssimo!

Quem fica sem palavras, sem saber o que dizer assim,sou eu...
Sinta então,como já o faz, o meu amor.
Beijo grande (e,por favor,não se cale mais por tanto tempo...fazes falta!)
Obs:muita chuva na tua terra...

Silvana Nunes .'. disse...

Passando para dar uma espiada e desejar um bom final de semana.
Beijo grande.

Blogat disse...

Então,Silvana,minha companheira da Mata Atlântica!Obrigada pela visita,volte sempre,bom finde para vc tb.Beijo!

Norma Villares disse...

Blogat,

A generosidade enriquece a todos. E o lucro é geral.

Bom fim de semana.
Grata pela visita.
Beijos no coração

Blogat disse...

Nada a agradecer,o prazer foi meu,vc estava acompanhada de Fernando Pessoa!!Bj

Jeanne disse...

Linda poesia, fiquei imaginando a inocência infantil, pena que acabe tão cedo...
Bom domingo, beijos :)

Blogat disse...

Almas como a sua,que passam por caminhos que nem todos passam,sintoniza rapidamente...
E qto a inocência infantil,há os que a carregam,para o bem ou para o mal,por looongo tempo.Estes,verdadeiramente,nos desconcertam,ou nos "sacodem".
Bj,querida,e obrigada

Renam disse...

Ah, amiga,

É simplesmente bom acomapanhar seu canto. Uma relação identitária com sua simplicidade em falar do que sente, do que vive. Ainda que de minha parte em aspiração.

Uma poesia
não é feita com palavras.
A poesia já existe.
A gente só põe as palavras em
volta para ela aparecer
— como as bandagens do
homem invisível, lembra?

Luis Fernando Veríssimo

Elas lêem a gente né? Sente essa abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=u6LcZfStlfc

Beijos!

Blogat disse...

Renam,bom que vc ache bom,eu acho òtimo estar por aqui.E receber visitas!
Este poeminha(da série:Poesia numa hora dessa?)do Veríssimo está(com o devido crédito) numa postagem mais antiga,"Poema visual" eu acho.Adoro!Bj grande