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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Caminho


De tudo quanto andei
De tudo que vi
Do tanto que falei
Das coisas que ouvi


Uma coisa me norteia
E me permeia

O âmago de ser
O interno do ser

Lá,onde estão minhas dores
Nossos sabores
Todos os valores

Lá,onde vivo,exclusa de mim
Exposta a mim
Disposta por mim

Onde fica o ponto intranquilo
Buscado,percebido e perseguido
Lugar de todos os encantos
Encontros e conexões

Daonde posso partir,feliz
Uma vez tenha chegado

Está lá,aqui,me aguardando
Me convidando

Nem sempre posso vê-lo
Através desse casulo escuro
É preciso luz
Para que se possa ser

No escuro...
Me perco

2 comentários:

Jeanne disse...

A borboleta sofre no casulo porque não conhece seu destino.
Quando perde-se o rumo, repousa em Deus e espera o momento da transformação!
Beijos

Blogat disse...

É isso,Jeanne!Borboletas, transformações e fé.É o que somos.Bj