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domingo, 4 de maio de 2014
Pesadelo
PESADELO
O que sonhei, não foi.
O que pensamos, erramos
O que queríamos, engano
O que foi, que não veio?
E o que veio... nunca foi?
Enganos.
domingo, 6 de abril de 2014
domingo, 9 de março de 2014
Procurando Nemo, dando voltas. Assim acontece, somos instantes
Sorrindo, voando, brincando, chorando
Amando, brigando, cuidando, deixando
Qual delas sou?
Em qual delas estou?
Em lá estando, para onde vou?
Para o que sou?
Chorando lamentos não mais lamentados
Sorrindo sorrisos não mais desejados
Voando na vida,
Brincando contida
Amando amores que há muito se foram
Brigando com dores
Cuidando e deixando
Deixando e cuidando
Vida prá trás, vida prá frente,
Vida que trás, a sombra da gente
Sombras sombrias
Mas sem utopia!
Vidas vividas, em uma só ida
E sem saída
O que vai ser, será
O que escolher, virá
Onde esconder, ficará
Para até um dia,
Em que retornará.
Ou não
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
O menino que usava luvas
Ia sempre de bicicleta para a escola. Não era distante de casa, a mãe ficava tranquila. Até que soube que ia, "sempre na mão dos carros, mãe!", no meio deles, e não pela ciclovia, caminho um pouco maior para a pressa e impaciência dos seus graves quinze anos.
Mas, meu filho, além de tudo, sem capacete! Objeto que considerava, naturalmente desnecessário e supérfulo, além de cafona, é claro...
Ir para a Disney, com o grupo da escola, não cogitava...mesmo com a insistência insistente da família...o que deixava a mãe até um pouco orgulhosa, imaginando que o motivo seria uma certa maturidade para estes passeios pouco criativos e (estes sim ) supérfulos, segundo o conceito dela. Finalmente, o motivo, descoberto no segunda ano seguido da recusa..."tenho medo do avião".
Como assim? Um menino que se aventura, pelo trânsito do Rio de Janeiro, pelo meio dos carros, sem capacete, não vai participar de um passeio desses porque tem medo de avião??
E, diante do argumento da mãe "sem capacete", exclamou: "É por isso que eu uso luvas, mãe!"
referindo-se às luvas de ciclista, estas sim, de uso totalmente imprescindível a seu ver, e, ainda, lembrando-se rapidamente de pedir uma nova, pois a dele estava rasgando-se...
O que realmente nos assusta e paralisa, são nossos medos internos, do que não dominamos, e não o perigo real, e presente.
Desde que estejamos devidamente protegidos, é claro...pelo uso de luvas! Rá!
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Impressionismo
Paris, final do dia, numa ponte sobre o Sena.
Foto tirada em movimento,efeito surpreendente.
A vida é feita de (pequenas grandes) surpresas.
Adorei.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Viva eu, viva tu...
Um brinde de Lisboa
"Solar dos Presuntos", restaurante simpático, companhia agradável, novos amigos, saídos do mundo virtual para a convivência real, lá, do outro lado do mundo.
Bela viagem (interior). Ousadia, saída das beiradas da (quase e insuspeitada) morte, para a vida e a coragem plenas!
Saúde!!!
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
voando
Sumi daqui...
Andei por aí
Estive pelo mundo, voando
Olhando, vendo, observando
Vi gente igual
Passagem normal
Estive perto
Fiquei de longe
Passei bem reto
Nem vi por onde
Voltei
Andei por aí
Estive pelo mundo, voando
Olhando, vendo, observando
Vi gente igual
Passagem normal
Estive perto
Fiquei de longe
Passei bem reto
Nem vi por onde
Voltei
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
domingo, 28 de abril de 2013
descarada e displicentemente, ela mente
Ela mente
Plenamente
Rasgando a semente
que brota na mente
E segue
Displicente
Rumo ao poente
(totalmente) descrente
sexta-feira, 22 de março de 2013
domingo, 28 de outubro de 2012
Pé no mundo
Prá botar o pé no mundo
É preciso ir antes
Antes de ser
De ter
Ter mêdo, insegurança
Receio ou mesmo
Muita esperança
Esperança de ver sua criança
Feliz, solta, livre
Livre das amarras
Perdida, e achada,
Na sua maravilhosa ignorância
Ignorância que propicia
Que financia
Que inicia
Inicia o momento ansiado
Mal pensado
Assim, sem pensar
Imersa no pensamento
Vou!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
De passagem
Na minha rua vaza o esgoto
Na minha rua, tem perdigoto
Na minha rua, passa a criança
Mostrando de longe, o ritmo, a quebrança
Na minha rua, mora Fernanda
Hoje, pra sempre,fechando a esperança
Na minha rua, tem um cinema
Lugar de passar
Pensando em ficar
Na minha rua, fico eu
Só neste mundo
À procura do Deus
Mas tem também, cachorro, cavalete
Pipoca e sorvete
Gente chorando, brigando, gritando
Tiro sobrando, virou cacoete
Tem gente que vem
Tem gente que vai
Que já veio e não voltou
E quem, num volteio, virou
Retornou
Motoristas acessam
Porteiros conversam
Lojistas esperam
E o esgoto,
Continua vazando
Na minha rua, tem perdigoto
Na minha rua, passa a criança
Mostrando de longe, o ritmo, a quebrança
Na minha rua, mora Fernanda
Hoje, pra sempre,fechando a esperança
Na minha rua, tem um cinema
Lugar de passar
Pensando em ficar
Na minha rua, fico eu
Só neste mundo
À procura do Deus
Mas tem também, cachorro, cavalete
Pipoca e sorvete
Gente chorando, brigando, gritando
Tiro sobrando, virou cacoete
Tem gente que vem
Tem gente que vai
Que já veio e não voltou
E quem, num volteio, virou
Retornou
Motoristas acessam
Porteiros conversam
Lojistas esperam
E o esgoto,
Continua vazando
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Andando, fugindo, falando,procurando
Estive aqui
Fui para lá
Fugi de ti
Sem vacilar
agora sou eu
ainda estou meu
Saindo de lá para cá
Evitando t'encontrar
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
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