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domingo, 9 de março de 2014

Procurando Nemo, dando voltas. Assim acontece, somos instantes


                       Sorrindo, voando, brincando, chorando
                       Amando, brigando, cuidando, deixando

Qual delas sou?
Em qual delas estou?
Em lá estando, para onde vou?
Para o que sou?

Chorando lamentos não mais lamentados
Sorrindo sorrisos não mais desejados
Voando na vida,
Brincando contida

Amando amores que há muito se foram
Brigando com dores
Cuidando e deixando
Deixando e cuidando


Vida prá trás, vida prá frente,
Vida que trás, a sombra da gente

Sombras sombrias
Mas sem utopia!
Vidas vividas, em uma só ida
E sem saída

O que vai ser, será
O que escolher, virá
Onde esconder, ficará

Para até um dia,
Em que retornará.

Ou não


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

O menino que usava luvas


Ia sempre de bicicleta para a escola. Não era distante de casa, a mãe ficava tranquila. Até que soube que ia, "sempre na mão dos carros, mãe!", no meio deles, e não pela ciclovia, caminho um pouco maior para a pressa e impaciência dos seus graves quinze anos.
Mas, meu filho, além de tudo, sem capacete! Objeto que considerava, naturalmente desnecessário e supérfulo, além de cafona, é claro...
Ir para a Disney, com o grupo da escola, não cogitava...mesmo com a insistência insistente da família...o que deixava a mãe até um pouco orgulhosa, imaginando que o motivo seria uma certa maturidade para estes passeios pouco criativos e (estes sim ) supérfulos, segundo o conceito dela. Finalmente, o motivo, descoberto no segunda ano seguido da recusa..."tenho medo do avião".
Como assim? Um menino que se aventura, pelo trânsito do Rio de Janeiro, pelo meio dos carros, sem capacete, não vai participar de um passeio desses porque tem medo de avião??
E, diante do argumento da mãe "sem capacete", exclamou: "É por isso que eu uso luvas, mãe!"
referindo-se às luvas de ciclista, estas sim, de uso totalmente imprescindível a seu ver, e, ainda, lembrando-se rapidamente de pedir uma nova, pois a dele estava rasgando-se...

O que realmente nos assusta e paralisa, são nossos medos internos, do que não dominamos, e não o perigo real, e presente.

 Desde que estejamos devidamente protegidos, é claro...pelo uso de luvas! Rá!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Impressionismo


Paris, final do dia, numa ponte sobre o Sena.
Foto tirada em movimento,efeito surpreendente.
A vida é feita de (pequenas grandes) surpresas.
Adorei.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Luz que ilumina meu sonho, que teima em continuar sonhado





Estrela de luz
Que me conduz
Estrela que me faz sonhar.

De novo, ainda bem.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Viva eu, viva tu...


                          Um brinde de Lisboa

"Solar dos Presuntos", restaurante simpático, companhia agradável, novos amigos, saídos do mundo virtual para a convivência real, lá, do outro lado do mundo.
Bela viagem (interior). Ousadia, saída das beiradas da (quase e insuspeitada) morte, para a vida e a coragem plenas!

Saúde!!!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

voando

Sumi daqui...
Andei por aí

Estive pelo mundo, voando
Olhando, vendo, observando

Vi gente igual
Passagem normal

Estive perto
Fiquei de longe

Passei bem reto
Nem vi por onde

Voltei

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Novidades

Esta é a novidade de nossas vidas
Outra vida.
Juliana. 
Doce Juliana

domingo, 28 de abril de 2013

descarada e displicentemente, ela mente



Ela mente
Plenamente

Rasgando a semente
que brota na mente

E segue  
Displicente

 Rumo ao poente
(totalmente) descrente

sexta-feira, 22 de março de 2013

domingo, 28 de outubro de 2012

Pé no mundo


P botar o pé no mundo
É preciso ir antes

Antes de ser
De ter

Ter mêdo, insegurança
Receio ou mesmo
Muita esperança

Esperança de ver sua criança
Feliz, solta, livre

Livre das amarras
Perdida, e achada, 
Na sua maravilhosa ignorância

Ignorância que propicia
Que financia
Que inicia

Inicia o momento ansiado
Mal pensado

Assim, sem pensar
Imersa no pensamento
Vou!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

De passagem

Na minha rua vaza o esgoto
Na minha rua, tem perdigoto

Na minha rua, passa a criança
Mostrando de longe, o ritmo, a quebrança

Na minha rua, mora Fernanda
Hoje, pra sempre,fechando a esperança

Na minha rua, tem um cinema
Lugar de passar 
Pensando em ficar

Na minha rua, fico eu
Só neste mundo 
À procura do Deus

Mas tem também, cachorro, cavalete
Pipoca e sorvete
Gente chorando, brigando, gritando
Tiro sobrando, virou cacoete

Tem gente que vem
Tem gente que vai

Que já veio e não voltou
E quem, num volteio, virou 
Retornou

Motoristas acessam
Porteiros conversam

Lojistas esperam

E o esgoto,
Continua vazando

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Andando, fugindo, falando,procurando



Estive aqui
Fui para lá

Fugi de ti
Sem vacilar

agora sou eu
ainda estou meu

Saindo de lá para cá
Evitando t'encontrar

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Permanência


                     O filho que segura o filho
                     Filho de quem será?
                     E, ternamente
                     Processará


domingo, 1 de julho de 2012

Transcendência



SENHOR, TU ME OLHASTE NOS OLHOS.
A SORRIR, PRONUNCIASTE MEU NOME.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

(des)Encontro


LEMBRA DAQUELE DIA,
QUE VOCÊ NÃO VEIO?

EU TAMBÉM NÃO ESTAVA LÁ...